Votar é mudar

Certa vez eu tive um sonho. E hoje está próximo de se realizar. Era o sonho da mudança. De algo mais concreto. De sair de uma submissão infinita. De explodir todas as amarras que controlam os destinos de um povo que vai ficar cara a cara com a urna eletrônica. O sonho de dar um basta nestes anos de desmando pode estar perto. Então, a transformação pode vir por meio do voto que cada um dos milhões de eleitores depositará na urna eletrônica.

Apesar de ter nascido em Miracema, – interior norte do estado do Rio-, passei grande parte da minha vida em Santo Antônio de Pádua (RJ), distante 13 quilômetros de minha cidade natal. Após a conclusão do segundo grau, ganhei o mundo. Fui buscar o destino de ser jornalista, que já exercitava ainda no Colégio Estadual Rui Guimarães de Almeida (CERGA).

E confesso que desde aquela época, nos anos 70, as famílias mais tradicionais de Pádua se revezavam no poder. Faziam coligações. Invertiam posições na chapa. Vinha a eleição e, eleitos, os mandatários prosseguiam numa administração voltada para interesses próprios ou do núcleo das famílias que articularam as referidas candidaturas.

Então (e) leitores, se em Pádua era assim, que dirá em outros rincões deste imenso Brasil! Dos anos 70, guardo na lembrança as urnas de lona. O voto direcionado marcado no papel. Também, naquela época não havia as ferramentas que estão disponíveis nos tempos atuais. Com o advento das comunicações, do celular e até mesmo do telefone fixo – coisa rara naquele período – muita coisa mudou.

Hoje, com a internet é possível ao cidadão conhecer os fatos. Escolher melhor os candidatos. Saber o programa de cada partido. Basta apenas ter a consciência de que é preciso mudar. E isso só virá quando o cidadão entender que é possível transformar os destinos da cidade.

No próximo domingo (5), três potenciais candidatos disputam a sucessão de Luís Fernando Padilha Leite (PMDB). José Alcino Cosendey (13), Maria Dib (11) e José Renato Padilha (15). São dois José e uma Maria. Na disputa, as famílias Cosendey, Mansur e Padilha. Tudo igual? Não. Há diferenças nos propósitos. Isso precisa melhor analisado. Votar certo para mudar. É possível.

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Uma resposta to “Votar é mudar”

  1. carlos lage Says:

    temos de mudar,chega de 20 anos de ditadura local.
    so deus pode ter piedade de nos.

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