Fala, Zé!

O título acima é uma sugestão (ou quem sabe, contribuição) deste Diário de Bordo ao prefeito de Santo Antônio de Pádua, José Renato Fonseca Padilha, para um eventual programa semanal de rádio – pode ser até mesmo na emissora da situação – para que o chefe do Poder Executivo municipal preste contas à população – e não apenas aos seus eleitores, como vem ocorrendo no gabinete situado à Praça Visconde Figueira.

E hoje (9 de janeiro), o Zé falou. Foi uma gravação de cinco minutos mal editada pelo pessoal da emissora. Zé Padilha começou a conversa agradecendo aos quase 12,6 mil votos (51% dos votos válidos, segundo ele) que o colocou na cadeira do prefeito. E seguiu informando aquilo que vem sendo feito pela municipalidade em favor do povo. Disse que a Secretaria de Ação Social visitará os locais mais carentes providenciando o levantamento daquilo que os moradores perderam ou que foram destruídos, pelas enchentes.

Zé Padilha disse que 95% da equipe (leia-se primeiro escalão) já foi nomeada e que esse pessoal vai trabalhar de imediato. Até aí, tudo bem. Porém, ainda não vi nenhum deles botando a mão na massa.

Na entrevista, sobrou até para o ex-prefeito Luís Fernando Padilha, o Nando. Zé – afilhado político de Nando – reclamou das invasões no rio Pomba. Ou seja, parte desta responsabilidade recai sobre os ombros do ex-prefeito, um dos maiores responsáveis pelo aterro no rio que corta o município de Pádua, no interior norte fluminense. Os exemplos são a rua que margeia o Pomba e o shopping.

Zé Padilha falou também no uso de dragas para limpar o rio. Cortar parte das ilhas como forma de arrumar espaço para evitar futuras inundações. Disse também que as pilastras da Ponte Paulino Padilha (aquela perto da rodoviária) represa parte da água do Pomba. Ora, bolas! Pombas.

E hoje, Zé Padilha está no Rio. Mas, Rio de Janeiro. Foi conversar com o Pezão (vice-governador) que parece outro aliado político dos políticos da família Padilha. Então, Pezão é o caminho para solucionar os problemas de Pádua. Zé quer também ajuda federal. E o Pezão pode fazer a ponte (não a Ponte Abel Malafaia, que caiu) entre os governos.

Então, o pronunciamento (e não a entrevista) do prefeito não foi de todo um desastre verbal. Embora tenha horror a microfone e não seja um excelente orador, Zé começou a prestar contas. Mas, não é o suficiente. Lamento não poder ficar mais uns dias nesta cidade. Amanhã, retorno para Brasília. Sempre que for possível, farei comentários sobre Pádua.

Fala, Zé!

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Uma resposta to “Fala, Zé!”

  1. bruno Says:

    Governo altamente competente somente com oposição marcante, presente e consciente!!!É preciso uma ampla crítica da oposição política de Pádua, que muito fala, denúncia e critica, mas em contrapartida apresenta muito pouco resultado. Pádua não vai mudar como todos desejam sem uma crítica ampla à oposição e seus fracassos constantes que são crescentes em todo novo pleito. Segue assim sugestão ao blogueiro, provavelmente com uma oposição melhor organizada e com representatividade ampla o governo de Pádua torne-se mais participativo, mas com esse fracasso de oposição será preciso esperar até 2012. Enaqunto isso porque é preciso que seja feita uma crítica a ambos os lados.

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