A bênção de São Sebastião

Amanhã (20 de janeiro) é dia de São Sebastião

Amanhã (20 de janeiro) é dia de São Sebastião

Os amigos sabem de minha devoção por São José. Inclusive vou todos os sábados – quando estou em Brasília – à Igreja São José Operário, na 604 Norte. Mas, em minha casa, tenho um oratório com espaços para os santos que formam uma falange. De muito venho buscando uma aproximação com São Sebastião, cuja data é comemorada amanhã (20 de janeiro).

Padroeiro do Rio de Janeiro – a Cidade Maravilhosa –, a população se prepara para o feriado com as cores vermelho e branco. Sabe-se que o mesmo ocorrerá em outros municípios, bairros, vilarejos, que são abençoados pelo São Sebastião.

A data também marca a posse oficial de Barack Obama na Presidência dos Estados Unidos, um marco na história política daquele país norte-americano. O mundo se volta para os acontecimentos na terra do Tio Sam. E, neste instante, São Sebastião é importante para iluminar os caminhos de Obama. Mesmo sabendo que o presidente dos EUA não é católico, acredito que não se manifestará contrário a este pedido.

A seguir um breve relato extraído da internet sobre São Sebastião:

 

São Sebastião, Mártir

20 do janeiro

Sebastião, filho de família militar e nobre, era oriundo de Narbona, mas tinha sido educado em Milão. Chegou a ser capitão da primeira corte da guarda pretoriana. Era respeitado por todos e apreciado pelo imperador, que desconhecia sua qualidade de cristão. Cumpria a disciplina militar, mas não participava dos sacrifícios idolátricos. Além disso, como bom cristão, exercitava o apostolado entre seus companheiros, visitava e alentava os cristãos presos por causa de Cristo. Esta situação não poderia durar muito, e foi denunciado ao imperador Maximino que o obrigou a escolher entre ser seu soldado ou seguir a Jesus Cristo.

O santo escolheu a milícia de Cristo; enfurecido, o Imperador o ameaçou de morte, mas São Sebastião, convertido em soldado de Cristo pela confirmação, manteve-se firme em sua fé. Maximino o condenou a morrer flechado: os soldados do imperador o levaram ao estádio, o despiram, o amarraram a um poste e lançaram sobre el uma chuva de setas, dando-o por morto. Entretanto, seus amigos que estavam ao lado, se aproximaram, e ao vê-lo ainda com vida, o levaram para casa de uma nobre cristã romana, chamada Irene, que o manteve escondido em sua casa e curou-lhe as feridas até que ficasse restabelecido.

Seus amigos o aconselharam a se ausentar de Roma, mas o santo se negou completamente, pois seu coração ardoroso do amor de Cristo impedia que ele não continuasse anunciando a seu Senhor. Apresentou-se com valentia perante o Imperador, desconcertado porque o dava por morto, e o santo o repreendeu com energia por sua conduta de perseguir os cristãos. Maximino mandou que o açoitassem até morrer, e os soldados cumpriram desta vez sem erros a missão e atiraram seu corpo em um lamaçal. Os cristãos o recolheram e o enterraram na Via Apia, na célebre catacumba que leva o nome de São Sebastião.

O culto a São Sebastião é muito antigo; é invocado contra a peste e contra os inimigos da religião, e, além disso, é chamado o Apolo cristão já que é um dos santos mais reproduzidos pela arte em geral.

 

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