Lula e os economistas

Lula diz na posse da diretoria do SEBRAE que economista gosta de crise (foto José Cruz - ABr)

Lula diz na posse da diretoria do SEBRAE que economista gosta de crise (foto José Cruz - ABr)

Lula tem andado bem-humorado. Mesmo tendo ficado refém PMDB no Congresso Nacional, o presidente tem esbanjado sorrisos e dito gracinhas. Isso ocorre, na maioria das vezes, quando parte para o discurso de improviso. Foi o que se ouviu nesta semana na cerimônia de posse da diretoria do SEBRAE Nacional.

O escopo teve por objetivo mostrar aos participantes – parlamentares, empresários, jornalistas e lideranças sindicais – que o Brasil não tem qualquer responsabilidade pela crise financeira e que o país está preparado para enfrentar as turbulências. Lula diz que o país precisa crescer no momento de crise.

“De vez em quando eu vejo um comentário, com algum comentarista político, do meu excesso de otimismo. Eu acho engraçado as pessoas acharem ruim que alguém seja otimista. Eu vou contar uma coisa para vocês: quem nasce onde eu nasci e não morre antes de completar cinco anos de idade, não tem mais razão para ter pessimismo de nada, tudo o que vier pela frente é motivo de alegria”, disse.

E continuou: “E eu acho que é exatamente nesses momentos que o País precisa crescer… Eu me lembro do Joãosinho Trinta [que participava da cerimônia] porque marcou a minha vida, viu, Joãosinho? A tua frase, que ficou gravada na minha cabeça: “Quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de luxo”. Porque as pessoas criticavam a Beija-Flor no desfile. E é verdade. Eu acho, Dornelles [senador Francisco Dornelles], com todo respeito que tenho aos economistas: quem gosta de crise é economista, porque sem crise os comentários ficam sem razão de ser.”

Embora não seja lulista ou petista de “carteirinha”, concordo em parte com Lula. A mídia vem tentando – por um bom período – “inflar” a crise. Gastam-se espaços nas páginas dos jornais e revistas ou nos telejornais e rádiojornais com o alarmismo de sempre. E a população não dá bola para isso. Aliás, o cidadão tem preferido economizar uns trocados. Ao invés de comprar jornais e revistas, optam por outra coisa mais interessante. Na televisão ou no rádio, preferem uma programação mais amena, diferente da crise e da violência que tem ganhado destaque.

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Uma resposta to “Lula e os economistas”

  1. terezinha Says:

    E senao temos outra saida mesmo temos que ouvir :bricadeirinhas piadinhas, joazinho, mariazinha, versinhos,nordestininhos que se dao bem , queremos conhecer esse castelo com despesas por conta desse suposto dono pois ele e nosso tambem, os prefeitos nao estiveram ai no congresso esso esta semana e deram entrevista dizendo que foram se divertir e eu como tantos outros pensionista recebendo392reais sendo que esiste uma lei em que ninguem pode receber menos que um salario minimo, tem alguem ai preocupado com a gente aqui? claro que tem querendo voto na procima eleiçao, voto nao pode ser obrigatorio ja estamos enojados de tanto por ladrao ajente vota em 2 entra 200, pena que nao podemos ressucitar D.PEDRO p/ novo grito de independencia.TE.

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