A Lina

Lina Vieira saiu-se bem do embate com senadores

Lina Vieira saiu-se bem do embate com senadores

Assisti trechos da inquisição da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira pelo G1 e acredito que realmente aconteceu o encontro entre Lina e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Os senadores aliados ao Palácio do Planalto tentaram desqualificar a ex-secretária com argumentos fracos. Tipo: a senhora não teve o registro na agenda, então a reunião não aconteceu. Ou, se a senhora disse que apenas duas pessoas sabiam da reunião (Lina e Dilma) quem teria contado aos jornalistas da Folha de S. Paulo?

O embate maior ocorreu com as intervenções dos senadores Renan Calheiros, Wellington (Cabeludo) Salgado e Aloizio Mercadante, pelos comentários dos analistas políticos de plantão. Os trechos que acompanhei foram referentes as intervenções de Mercadante, Tasso Jereissati e Eduardo Suplicy. As ações mais incisivas ficaram por conta de Mercadante, mas não foram suficientes para desestabilizar Lina.

O petista de São Paulo questionou sobre quantos encontros Lina teve com Dilma, ao que ela respondeu: umas três. Mercadante retrucou com datas que teriam sido mais de seis. Encontro entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o presidente Lula; encontro com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, etc e tal. Pareceu-me piada: Mercadante, encontros com Dilma foram uns três. Não pode considerar uma reunião entre Lula e Mantega, que contou com a participação de Lina e Dilma, como sendo encontro Tetê a Tetê delas.

Jereissati entrou em cena para reafirmar o seguinte: secretários de Fazenda dos Estados, em sua maioria, posicionam-se contra concessões para empresas, como por exemplo, de isenção fiscal. Então, seria incorreta a questão de Mercadante, ao emparedar Lina, de que ela deu entrevista quando saiu do governo do Rio Grande do Norte na qual atacou decisão de benesses tributárias por parte do então governador Garibaldi Alves.

Sustentou o senador cearense o currículo de mentiras da ministra Dilma, fato afirmado anteriormente pelo senador tucano Sérgio Guerra. O que se conclui é que ficará o dito pelo não dito. Todos vão sair da reunião para o almoço. Será servida uma deliciosa pizza com marmelada de sobremesa.

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