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2008…O ano está acabando!

dezembro 10, 2008
Eleanor Roosevelt, ex-primeira dama dos EUA, segura cópia da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Eleanor Roosevelt, ex-primeira dama dos EUA, segura cópia da Declaração Universal dos Direitos Humanos

O ano está acabando! Mesmo assim há espaços para comemorações. Hoje (10), por exemplo, completa-se 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Já tivemos outras datas redondas, como os 40 anos do AI-5, que está sendo motivo da série de reportagens especiais nO Globo. Tivemos também os 20 anos da Constituição Cidadã. E por aí vai…

Como hoje se comemora os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, este Diário de Bordo destaca o assunto. O texto do sítio G1 trata melhor o tema: No dia 10 de dezembro de 1948, 58 Estados membros da Assembléia Geral da ONU assinaram, em Paris, um documento que marcaria a história dos direitos humanos no mundo. A Declaração Universal dos Direitos Humanos definiu, por escrito, o que todo homem tem direito ao nascer.
 
Em 30 artigos, o texto enumera os direitos humanos, civis, econômicos, sociais e culturais “inalienáveis” e “indivisíveis”. Na época, a maioria dos países aprovou o texto, com exceção da União Soviética, dos países do Leste europeu, da Arábia Saudita e da África do Sul, que se abstiveram.
 
Inspirada na declaração francesa dos direitos humanos e do cidadão, de 1789, e na declaração de Independência dos Estados Unidos, de 1776, a carta tem em sua origem o trauma provocado pela Segunda Guerra Mundial e pelo genocídio nazista.

As tragédias humanitárias da primeira metade do século XX também ajudaram a formar o clima para a elaboração de um documento fixo sobre o assunto. Como diz a pesquisadora Regina Célia Pedroso no livro “10 de Dezembro de 1948” (Companhia Editora Nacional): “resultantes de políticas autoritárias de base racista, os massacres [de armênios pelos turcos, em 1915, e de judeus pelos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial] sensibilizaram várias nações que, a partir de então, incorporaram os desígnios de defesa das minorias raciais”.

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