Posts Tagged ‘Paulo Octávio’

Arruda no PMDB?

maio 3, 2009
Arruda, do DEM para o PMDB, é cria política de Roriz

Arruda, do DEM para o PMDB, é cria política de Roriz

A IstoÉ que está nas bancas diz que o governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), estaria com o pé num partido da base do governo Lula. Uma notinha “plantada” nas páginas da revista informa que importante ministro estaria articulando a filiação de Arruda: seria no PMDB? Uma análise do tabuleiro de xadrez que é a política da capital brasileira faz acreditar que a resposta é sim. Isso levando em conta ser verdadeira a notinha.

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Ensaio geral

abril 9, 2009
Erenice Guerra, principal auxiliar da ministra Rousseff

Erenice Guerra, principal auxiliar da ministra Rousseff

Os partidos políticos mal colocaram os respectivos blocos nas ruas das cidades e já começam os ensaios para aquela que será uma das mais acirradas disputas eleitorais. O encontro com as urnas em outubro de 2010 parece ter antecipado as movimentações no tabuleiro do jogo de xadrez. E as atuais jogadas estilhaçam as mais diversas vidraças, quer seja local, regional ou nacional.

Senão, vejamos alguns exemplos. Começamos pelas estocadas do Jornal de Brasília, no começo da semana, na principal auxiliar da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, senhora Erenice Guerra. Na edição de hoje (9), a mesma coluna publica os devidos esclarecimentos de Erenice. Quem leu as notas no começo da semana e não teve a oportunidade de conhecer as explicações de Guerra, continuará com a impressão de que ela é investigada pelo tribunal de contas.

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For All, ou seria para todos!!!

setembro 24, 2008

No auge da popularidade do presidente Fernando Henrique Cardoso, lá pela segunda metade dos anos 90, o tucano Sergio Motta dizia que o PSDB tinha um programa para permanecer pelo menos 20 anos no governo. Antes mesmo de FH ir para o segundo mandato, Motta morreu e com ele foram os planos de longa permanência no poder. O que se viu, a partir de 1998, foi a derrocada do sociólogo que deixou o Palácio do Planalto menos popular – isso segundo a opinião pública – do que quando entrou, em 1995.

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